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27/07/2017 - 11:00 - Atualizado em 28/08/2017 - 10:28
Trabalho premiado da Educação Física melhora sintomas de mulheres na menopausa
Feito no campus Educação Física, o estudo contou com 32 voluntárias
por Autor: 
Pedro Vitor Alves (Estagiário de Graduação)
Foram selecionadas 32 mulheres voluntárias (Foto: Arquivo dos pesquisadores)
 
Premiada como uma das melhores iniciações científicas da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), a pesquisa “Implicações do treinamento combinado nas respostas da pressão arterial e na variabilidade de frequência cardíaca em mulheres pós-menopausadas” foi destaque dentre os estudos de Ciências da Saúde. 
 
Os trabalhos começaram há cerca de quatro anos. O professor Guilherme Puga, da Faculdade de Física e Fisioterapia (Faefi/UFU), pesquisou a diferença entre homens pós-andropausados e mulheres pós-menopausadas em treinamentos que buscavam o controle cardiovascular. Após o fim desse estudo, e com o interesse do então aluno Igor Moraes Mariano, do curso de graduação em Educação Física, os estudos foram direcionados apenas ao público feminino. 
 
Por meio de divulgação em rádio, televisão e internet, foram selecionadas 32 mulheres, voluntárias, que se enquadravam nas características necessárias, ou seja, que estivessem na menopausa, sentissem os sintomas desse período e que tivessem disponibilidade em participar de treinamentos físicos três vezes por semana, durante três meses. 
Igor Mariano é graduado em Educação Física e cursa Mestrado em Ciências da Saúde na UFU (Foto: Milton Santos)
 
De acordo com Igor Mariano, aluno líder da pesquisa, a UFU disponibilizou o espaço físico, ajudou na divulgação e financiou a pesquisa. Os treinamentos aconteciam no Campus Educação Física. As mulheres recebiam indicações específicas sobre o treinamento e tinham o apoio de outros alunos. Além das parcerias com os cursos de Nutrição, Fisioterapia e Medicina, que auxiliaram na dietas, em tratamentos e exames como de sangue, pressão e glicose, que foram feitos previamente para efeito de comparação. 
 
Ao fim dos treinamentos, “as participantes deram relatos que demonstraram a importância da pesquisa, falaram que os sintomas reduziram muito, como dores crônicas do corpo, dores de cabeça, tiveram redução nas ondas de calor", afirma Mariano. "Falas simples [sobre resultados] que realmente fizeram diferença na vida dessas pessoas”, completa. 
 
Hoje, Igor Mariano, que está no Mestrado em Ciências da Saúde pela Faculdade de Medicina (Famed/UFU), e o professor Guilherme Puga continuam os trabalhos com um projeto similar, que acompanha mulheres menopausadas hipertensas. 
 

 

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