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18/09/2017 - 12:56 - Atualizado em 26/09/2017 - 09:20
Gestão superior da UFU e prefeitura de Uberlândia discutem a saúde no município
Reunião na manhã desta segunda-feira (18) abordou a implementação do Samu na cidade
por Autor: 
Marcela Pissolato (Estagiária de Graduação)

Na manhã desta segunda-feira (18), a gestão superior da Universidade Federal de Uberlândia e diretores do Hospital de Clínicas de Uberlândia (HCU) se reuniram com representantes da Prefeitura de Uberlândia a convite do prefeito para discutir a implementação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) na cidade.

Todos os presentes na reunião afirmaram ser a favor do sistema em Uberlândia em região, porém não há estrutura física para aumentar os atendimentos nos hospitais. O prefeito de Uberlândia, Odelmo Leão, afirma que, atualmente, há um déficit de 500 leitos em Uberlândia e mil em toda a região.

De acordo com o reitor da UFU, Valder Steffen Júnior, a universidade tem mantido o funcionamento do HCU com muito esforço. “O hospital recebe pacientes de toda a região. Para algumas especialidades atendemos três milhões de pessoas, mas nós estamos no limite. Temos 490 leitos ocupados dos 512 que dispomos. Essa pequena margem é para atender alguma emergência, como algum acidente grave que a pessoa deve ser atendida imediatamente”, esclarece. Ao todo, existem 1.420.000 prontuários, e são admitidos, por dia, por volta de 67 pacientes e outros 50 recebem alta no HCU.

O Reitor afirmou que, até o momento, a UFU não foi chamada para discutir tecnicamente a questão da implementação do Samu. (Foto: Milton Santos)

Além disso, o reitor ressalta que o HCU, hoje, é o maior hospital público do estado de Minas Gerais que atende 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS) 24h por dia. Caso o Samu fosse implementado, o impacto direto seria a falta de condições para o atendimento digno dos pacientes. “O funcionamento em rede é a maneira técnica de resolver esse problema. A universidade está à disposição para ajudar na construção de uma rede que possa dar suporte àquilo que pode ser resolvido nas prefeituras locais e aquilo que deve ser transportado, havendo uma necessidade, para Uberlândia. Porém, até o momento a UFU não foi chamada para conversar sobre a questão do Samu tecnicamente”.

O diretor do HCU, Eduardo Crosara, reiterou que o Samu faria uma grande diferença para a região, desde que seja possível ter uma sequência no atendimento e tratamento dos pacientes.  “Esse recurso está só no transporte; o recurso para garantir o tratamento dentro do hospital não está garantido. Essa é a nossa preocupação”.

 

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