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29/10/2019 - 14:29 - Atualizado em 29/10/2019 - 16:45
UFU sedia 53º edição do Fórum de Pró-reitores de Extensão da região Sudeste
Evento acontece nesta terça e quarta-feira, 29 e 30 de outubro, no Campus Santa Mônica
por Autor: 
Fabiano Goulart

Mesa de abertura do 53º Forproex Sudeste, na sala dos Conselhos Superiores, no Campus Santa Mônica (Foto: Milton Santos)

 

Com o tema "A Extensão no enfrentamento à crise orçamentária nas universidades brasileiras", teve início na manhã desta terça-feira, 29, na sala dos Conselhos Superiores da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), o 53º Fórum de Pró-reitores de Extensão da Região Sudeste (Forproex). Com encontros semestrais, o Forproex, articula e define políticas acadêmicas referenciados em seu Plano Nacional de Extensão e nas Diretrizes Nacionais de Extensão, publicadas pelo Conselho Nacional de Educação, do Ministério da Educação (MEC), em dezembro de 2018, que tratam da extensão universitária nos currículos dos cursos de graduação. Para a presidente do Forproex, Adriana dos Santos Marmori Lima, professora da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), atualmente as universidades brasileiras estão empenhadas em definir a forma de se implementar as diretrizes definidas pelo MEC. “Como é que a gente chama, para dentro do currículo dos cursos de graduação e de pós-graduação, o trabalho com a extensão universitária? Isso é importante porque é um outro movimento de universidade, onde os estudantes vão se inserir, de fato, em atividades extensionistas para o seu processo formativo e social”, afirmou Marmori Lima.  De acordo com o Pró-reitor de Extensão e Cultura da UFU, professor Hélder da Silveira, as diretrizes aprovadas pelo MEC “colocaram todas as instituições num mesmo lugar e todas estão pensando de que modo podemos, de um lado, curricularizar a extensão, e, de outro, pensar a extensão dentro dos programas de pós-graduação para que, também a produção de conhecimento, seja mais devotada às questões sociais”, disse Silveira. Ainda de acordo com Pró-reitor, “todos os cursos de graduação passam a ser, compulsoriamente, em função de força de lei, obrigados a ter 10% de sua carga horária em atividades de extensão. Então, um curso que tenha, por exemplo, 4 mil horas, obrigatoriamente, 400 horas serão na forma de extensão, como projetos, programas, eventos, prestação de serviços ou cursos que os estudantes podem realizar junto à comunidade como forma de aproximar a universidade da sociedade que financia a universidade”, explicou Silveira.

 

 Financiamento

De acordo com o coordenador geral do Forproex, Olney Vieira da Motta, professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf), a Extensão “merece, sim, de uma vez, por todas, ser desmistificada dentro de cada instituição e, principalmente, dentro das Fundações de Amparo à Pesquisa, em todos os estados e, com a publicação de verbas dignas para o papel que a gente vai desempenhar, de agora para frente, em todas as instituições, o financiamento é essencial”, disse Vieira da Motta.

Na UFU, em particular, de acordo com o Pró-Reitor de Planejamento e Administração, professor Darizon Alves de Andrade, ainda que não tenha dotação específica, a distribuição orçamentária, com recursos da União, contempla as diversas atividades das seis Pró-Reitorias da Universidade, incluído a de Extensão e Cultura. “Certamente esses recursos não são o suficiente para todas as atividades de Extensão e Cultura requeridas e são necessários novos movimentos, em nível nacional, conduzidos pela [Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições de Federais de Ensino Superior] Andifes, para que haja uma verba específica, como já houve no passado, para Extensão e Cultura”, concluiu o Andrade.

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