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15/01/2021 - 15:56 - Atualizado em 21/01/2021 - 13:05
‘Nova gestão deve ser caracterizada pelo acolhimento’
Reitor reeleito, Valder Steffen Júnior, e seu novo vice, Carlos Henrique Martins da Silva, são entrevistados pelos estagiários da Diretoria de Comunicação Social da Universidade Federal de Uberlândia
por Autor: 
Portal Comunica
Por: 
Amanda Marques, Gabriel Caixeta, Genivan Júnior, Guilherme Carmona, Julia Alvarenga, Monallysa Leite e Rodrigo Sousa

Imagem: Reprodução/Google Meet

 

A principal razão de ser de uma universidade são os seus alunos; em tempos nos quais se faz necessário evitar ao máximo a proximidade física entre as pessoas, nada mais adequado do que uma entrevista coletiva ser realizada a distância, por meio de uma reunião virtual. Com base nessas duas convicções, a Diretoria de Comunicação Social da Universidade Federal de Uberlândia (Dirco/UFU) promoveu um bate-papo entre sete de seus atuais estagiários e os professores Valder Steffen Júnior e Carlos Henrique Martins da Silva, que irão gerir a instituição pelos próximos quatro anos. Mediada pelo jornalista Hermom Dourado, a conversa foi longa. Por isso, vamos publicá-la em duas partes. Confira, a seguir, a primeira metade.

 

Portal Comunica – Como os senhores avaliam o processo da última Consulta Eleitoral da UFU, realizada nos meses de agosto e setembro de 2020?

Valder Steffen Júnior – Primeira coisa que tem de ser dita é o contexto em que estávamos no ano passado, em plena pandemia e com as atividades presenciais suspensas. Não podemos esquecer que houve esta necessidade de termos o processo eleitoral em um momento de grande dificuldade. Tudo foi amplamente discutido no Conselho Universitário (Consun/UFU) e houve a aprovação de um formato que possibilitou um processo eleitoral democrático, transparente, seguro e semelhante ao de pelo menos 20 outras universidades que também estavam em processo sucessório em 2019. Optamos por uma ferramenta que foi pilotada a partir da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e, portanto, com isenção total da UFU. Tenho certeza que o professor Carlos Henrique e eu vivemos esse processo intensamente, com reuniões diárias e longas ao longo de todos os dias. Chegamos a fazer de 10 a 12 reuniões por dia, das 8h às 22h30, procurando atender todos que desejavam ter uma interlocução com os candidatos. É fato que perdemos aquele contato físico; porém, com o uso das ferramentas virtuais, conseguimos conversar com diferentes unidades acadêmicas, coletivos, grupos estudantis, tanto de Uberlândia, quanto dos campi da UFU em Monte Carmelo, Ituiutaba e Patos de Minas. Então, eu entendo que, considerando as dificuldades de um ano atípico, nós conseguimos ter um processo eleitoral bastante democrático e todos aqueles que quiseram puderam se envolver nele.

Carlos Henrique Martins da Silva – Concordo e gostaria de acrescentar que foi um processo que foi conduzido pelo Consun – e, portanto, pela própria comunidade acadêmica –, com o envolvimento de estudantes, técnicos administrativos e docentes, de uma forma democrática e tranquila, sem muitos problemas ao longo do tempo. Os (problemas) que ocorreram eram previsíveis, em função da situação da consulta remota, mas acredito que isso mostrou a capacidade que a Universidade Federal de Uberlândia tem de conduzir esses processos e de inovar e criar. Ressalto, sobretudo, a participação dos estudantes; inclusive, ocupando presidência de comissões. Em relação à campanha, tivemos que nos adaptar a um período muito curto, de pouco mais de um mês para fazê-la. Mesmo assim, foi de extrema valia, pois pudemos conhecer melhor a universidade como um todo. Nós percorremos toda a universidade, conversamos com todos os setores e isso nos deu a possibilidade de uma leitura dos pontos fortes e daqueles em que precisamos avançar. Enfim, fizemos um mapeamento amplo e, particularmente, me sinto mais pronto para poder auxiliar a universidade nas suas dificuldades e em suas metas.

 

E com relação ao resultado? Ao contrário do que ocorreu em 2016, desta vez a vitória do professor Valder já ocorreu logo no primeiro turno. A que devem isso e como receberam essa notícia?

Steffen – Creio que apresentamos à comunidade universitária uma proposta coerente e bastante atual, no que diz respeito às necessidades da instituição. Ela também foi inovadora, ou seja, não era uma proposta de simples continuidade de uma gestão, e sim com ideias novas, novos desafios. Além disso, mostramos as várias dificuldades que teremos nos próximos quatro anos. Tenho a impressão de que essas características e esses aspectos motivaram a comunidade universitária a apoiar fortemente a chapa (UFU para Todos e Todas), o que acabou sendo caracterizado exatamente por uma vitória no primeiro turno. Sermos eleitos dessa forma é muito gratificante, mas, por outro lado, coloca sobre nós uma grande responsabilidade, porque significa que a UFU espera de nós uma atuação bastante efetiva no enfrentamento das dificuldades que vamos encontrar nos próximos dias, meses e anos.

Martins – Também fiquei extremamente feliz com este resultado. Se não me engano, isso é inédito na história da UFU; não sei, mas não me lembro de reitores sendo eleitos no primeiro turno. Não participei da administração superior até agora e, sendo assim, fico tranquilo em dizer que esta vitória foi uma validação da gestão que o professor Valder fez nos quatro anos do primeiro mandato na universidade. Agora, isso evidentemente traz um desafio muito grande, que é o de enfrentar os inúmeros desafios que a universidade pública brasileira vem enfrentando, e aqui em Uberlândia também não vai fugir disso.

 

Professor Valder, qual é a sua análise geral do primeiro mandato? Quais foram os principais aprendizados? O que permanecerá nesta segunda gestão na Reitoria e o que deve mudar?

Steffen – Desde o primeiro dia do primeiro mandato, orientamos nossa equipe a desenvolver uma capacidade de ouvir, de receber as pessoas. A porta do gabinete está sempre aberta. Quem trabalha aqui pode confirmar isso para vocês. Esta disposição ao diálogo, a conversar com as pessoas é algo que implementamos no primeiro mandato e desejamos que assim continue. Uma outra questão que também está relacionada à primeira e que considero muito importante é que a equipe da Reitoria participe das atividades acadêmicas, culturais e das diversas atividades institucionais. A universidade não pode ter gestores de gabinete. Ela acontece na sala de aula, no trabalho de campo, na biblioteca, nos laboratórios, nos eventos dos PETs, na cerimônia de formatura. Ela acontece nos diversos eventos de caráter científico, mas também em outros de caráter cultural e até político, onde é preciso que a comunidade perceba o interesse da administração superior e sua participação no limite do que a agenda permite.

Em relação ao que precisamos aprimorar, entendo que, desde os primeiros dias, a nova gestão já deve ser caracterizada pelo acolhimento. Ainda estamos em plena pandemia, muitas pessoas permanecem isoladas e estão levando muito a sério as restrições de caráter sanitário. Vamos lembrar que muitos de nós – estudantes, técnicos e docentes – tivemos perdas, seja por falecimentos de colegas e/ou de familiares. Neste momento mesmo, estou acompanhando diversas pessoas da nossa comunidade universitária que estão elas mesmas ou com parentes internados. Nós não somos as mesmas pessoas do início de março de 2020. Se olharmos para o interior de cada um, vamos ver que alguma coisa aconteceu e isso se expressa de diferentes maneiras. Por isso que o acolhimento é muito importante. Algumas ações foram feitas, a exemplo da plataforma Proteger-se, que foi criada pela Proae (Pró-Reitoria de Assistência Estudantil) para cuidar da saúde mental das pessoas e, inclusive, já fez com que outras universidades procurassem a UFU em busca de uma parceria nessa direção. Percebemos que, atualmente, as nossas equipes especializadas para conversar com as pessoas estão extremamente limitadas. Nunca tivemos um momento deste no passado, mas a universidade precisa estar aparelhada para conviver com todos esses problemas que decorrem da pandemia. Mesmo sabendo que, infelizmente, não teremos abundância de recursos.

 

Fale um pouco mais sobre esta questão das finanças...

Steffen – Mais ou menos 10 anos atrás, tive o privilégio de servir a universidade como pró-reitor de Planejamento e Administração e chegamos a administrar algo da ordem de R$ 50 a 60 milhões anuais para investimentos em obras e equipamentos. Os recursos do próximo ano são inferiores a R$ 5 milhões. Lembremos que, nesses 10 anos, houve inflação, a universidade cresceu e as demandas foram ampliadas. Portanto, será um tempo de muitas dificuldades e teremos que nos desdobrar para não contarmos apenas com os recursos orçamentários que são esses que a universidade recebe através da Lei Orçamentária Anual (LOA). Isso já tem sido feito, graças a parcerias com o Ministério Público (Federal), o Ministério Público do Trabalho e às receitas extras obtidas via emendas parlamentares. Tudo isso mostra uma universidade que terá que estar atenta a todas as oportunidades e sair da nossa zona de conforto, a de que os nossos recursos fossem suficientes para todas as nossas necessidades.

 

Necessidades como os recursos para as obras em andamento, né?

Steffen – Isso mesmo. A UFU tem projetos ainda inacabados em Patos de Minas, Ituiutaba, Monte Carmelo, no Campus Glória. Isso é motivo de muita preocupação. Agora, eu e o professor Carlos Henrique temos um entendimento de que isso não é responsabilidade apenas do reitor, mas de toda a comunidade universitária, de todos nós que apresentamos projetos, buscamos agências de fomento; de todos nós que temos contato com a classe política ou algum contato que permita uma janela de oportunidade para buscarmos recursos para extensão, ensino e pesquisa. Todos temos que estar envolvidos e comprometidos com o nosso grande projeto, que é a Universidade Federal de Uberlândia. E também temos as demandas da comunidade estudantil. Além dos problemas de saúde que eu mencionei, sabemos que muitas famílias mudaram sua condição social para pior, durante a pandemia. Muita gente que perdeu o emprego ou cujo emprego não remunera mais como antes da pandemia. As condições da sociedade brasileira são muito diferentes de um ano atrás. A comunidade universitária precisa estar pronta, ter consciência dessas questões e ser solidária para que a gente possa continuar caminhando.

 

Como está sendo feita a montagem da nova equipe de gestão e qual é a sua análise geral do trabalho do grupo que o acompanhou no primeiro mandato?

Steffen – Certamente, algumas mudanças vão ocorrer. Talvez menos que alguns gostariam, talvez maiores que outros esperavam. Alguns ajustes serão feitos sim, mas gostaria de dizer que nos últimos quatro anos tivemos uma equipe vencedora. Pude perceber em cada pró-reitor, no prefeito universitário, na equipe do Hospital (de Clínicas) sempre uma vontade muito grande de acertar. Obviamente, não existe nada perfeito. Individualmente, não somos perfeitos. Nos vários setores acadêmicos e administrativos, também não somos institucionalmente perfeitos. Ainda não trabalhamos diretamente nos ajustes na equipe por uma razão muito simples: a minha nomeação foi tardia; ela aconteceu somente na quarta-feira da semana passada (06/01). Eu estou em férias até hoje (13/01) e não estou assinando nada pela universidade até agora. Nesta semana, já tive uma reunião com o professor Carlos Henrique e começamos a conversar sobre essas mudanças, aquilo que precisamos fazer. Queremos intensificar essas reuniões a partir de amanhã, quando eu já estarei respondendo pela UFU. Lembrando que o atual vice-reitor (professor Orlando Mantese) tem mandato até 31 de janeiro; então, provavelmente, a portaria nomeando o Carlos Henrique como novo vice-reitor será emitida em algum momento no início de fevereiro. Esta característica da UFU de ter o mandato do reitor não exatamente igual ao mandato do vice-reitor foi muito útil nesse momento. Quando meu mandato acabou, em 21 de dezembro, a universidade tinha o vice-reitor para responder pela Reitoria.

Martins – Já deixei bem clara na campanha a minha leitura em relação à Administração Superior nos últimos quatro anos. Eu estive exatamente nesse período como diretor da Faculdade de Medicina, que é uma faculdade que tem em torno de 160 docentes e mais de mil estudantes. Então, tive a oportunidade de conviver mais proximamente com os gestores e avalio que foi uma administração primorosa. Não tenho problemas com ninguém da gestão passada. Muito pelo contrário; só elogios. Agora, como o professor Valder disse, é uma nova gestão, é um novo tempo, são novos desafios. Houve uma leitura da campanha e ela nos diz os pontos e setores que não foram tão bem e aqueles que foram muito bem. Eu e o reitor compartilhamos uma ideia de que, em primeiro lugar, os ocupantes dos cargos serão escolhidos conforme o que é melhor para a universidade, ou seja, pelo ponto de vista técnico. Vejo na atual gestão pessoas com posicionamentos ideológicos diferentes. Isso não é problema, desde que elas funcionem bem para a nossa meta de resolver os problemas da universidade da melhor forma possível e entregar para ela um serviço melhor do que já foi feito. Enfim, existem vários componentes que definem a escolha dos gestores, mas basicamente são estes: o critério técnico, a justiça distributiva entre os diversos setores da universidade e a governabilidade. Não adianta escolhermos uma pessoa que tecnicamente é muito boa, mas que tem dificuldade, por exemplo, de relacionamento, de trabalho em equipe.

Steffen – Apenas complementando: durante a campanha, não nos comprometemos com cargos. Não contamos com nenhum apoio que nos foi dado em troca dessa ou daquela nomeação no futuro. Estamos plenamente à vontade para tratarmos dessa questão dentro dos parâmetros que o professor Carlos Henrique mencionou: não podemos colocar todo mundo de uma mesma unidade acadêmica, todo mundo que tenha um certo perfil ideológico etc. A universidade é inclusiva e diversa e a gestão tem que expressar isso de tal maneira que a comunidade universitária, em alguma medida, se sinta representada. Lembrando que nós temos muitos diretores, mas apenas seis pró-reitores. É pouco; não dá para montar um grupo que represente tudo, todos e todas. Buscamos fazer isso da melhor maneira possível, tentando contemplar essa inclusão e essa diversidade que eu mencionei. Mas é importante que vocês saibam que nós não temos nenhum tipo de compromisso de fazer isso ou aquilo.

 

Quais são as principais metas, as prioridades e os desafios para este começo de segundo mandato?

Steffen – As primeiras providências estão relacionadas àquilo que vocês falaram: compor a equipe para que, a partir de fevereiro, a nova gestão possa começar a atuar. Durante a pandemia, as convocações das reuniões dos Conselhos Superiores foram em caráter extraordinário. Então, precisamos aprovar agora um calendário de reuniões ordinárias, de tal forma que a normalidade de atuação desses conselhos possa retornar o mais urgentemente possível. Outra questão: precisamos verificar de que forma os recursos serão liberados. Conhecemos o orçamento de 2021, mas ainda não temos nenhuma indicação de como isso vai acontecer, o que nos causa preocupação. Geralmente, nos primeiros meses, a liberação é feita pelo Ministério da Economia e na forma de duodécimos, ou seja, 1/12 do orçamento, especialmente para recursos de custeio liberados mensalmente até que o orçamento possa ser liberado como um todo. Estamos já, também, fazendo um levantamento das prioridades em termos de obras e projetos inacabados nos diversos campi da universidade, e um a respeito das deficiências de pessoal que temos – sejam docentes ou técnicos administrativos – para que possamos, já nos primeiros dias, encaminhar a Brasília quais são as nossas prioridades nessas áreas. Mesmo sabendo que, no momento, não há recursos suficientes disponíveis, é importante informarmos ao governo quais são as grandes demandas atuais da UFU. Tudo isso está dentro das nossas primeiras ações.

Temos uma preocupação grande numa questão importante relacionada ao Hospital de Clínicas. Ele está numa fase de transição que vem acontecendo numa velocidade muito inferior àquela que foi prevista. Era para nós termos, por parte da Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), um quantitativo de funcionários já atuando, aproveitando um concurso realizado no ano passado. Entretanto, houve uma determinação do Ministério da Economia restringindo as contratações de novos servidores públicos, o que tem impedido que tenhamos esses servidores para atender o dimensionamento que foi feito no nosso HC. Isso está trazendo enorme preocupação e o momento do hospital é de grande fragilidade. Que o professor Carlos Henrique me corrija se eu estiver exagerando no adjetivo, mas acho até que alguns serviços estão em risco e é preciso que ações imediatas sejam tomadas. Todas essas ações que eu acabo de mencionar têm grande urgência e é nesses pontos que vamos nos concentrar. Além disso, estamos nos preparando para o reinício das aulas no mês de março, ainda no formato remoto. A minha preocupação não é nem tanto com a vacina, e sim com a vacinação. Apesar de que em uma velocidade muito inferior às necessidades do país, parece que a vacina vai aparecer, em um determinado momento. Porém, e a vacinação? Precisamos de um calendário seguro, até mesmo para que as nossas atividades presenciais comecem a ser planejadas em momento oportuno.

Martins – Em termos de ações, a minha preocupação de início imediato está ligada especificamente ao Hospital de Clínicas. As pessoas que, em geral, não convivem e não têm ideia do que acontece dentro do HC não têm a dimensão da situação. A situação pré-pandemia já era muito difícil: pronto-socorro lotado, parque tecnológico precisando ser modificado, dificuldades com carências de profissionais, sobretudo na área de imagem. Então, a situação já não estava e nunca esteve confortável dentro do Hospital de Clínicas. Todos os servidores e servidoras daquele hospital são heróis e heroínas, pois sempre conviveram com as situações limites e delicadas, fragilizados, fragilizadas. Com a pandemia, isso teve uma repercussão imensa, mas, mesmo assim, o HC manteve os atendimentos à população de uma forma primorosa. Chego a me emocionar ao falar sobre isso, porque eu sei das dificuldades que cada um que está lá dentro sempre tem, sempre teve e agora são ainda maiores. Está sendo muito difícil fazer a gestão das pessoas porque elas estão absolutamente exaustas. A comunidade precisa saber disso, nos apoiar e nos auxiliar. Precisamos das parcerias com a Secretaria Municipal de Saúde e a Prefeitura Municipal. Concordo plenamente com o que professor Valder Steffen está falando e que está caminhando para uma situação muito, muito complicada. Não vou usar outros termos, porque tenho a certeza de que, contando mais uma vez com o esforço de toda a comunidade do hospital, nós vamos enfrentar esta pandemia. Felizmente, com a vacina, eu acredito que vamos ter um impacto já de imediato nos números de internações, com uma redução nesse número e na necessidade de leitos. Além desses desafios no Hospital de Clínicas, eu colocaria também um outro próximo, que é o da volta às aulas no sistema híbrido e quando será possível o retorno das aulas presenciais. Isso é uma outra articulação que vamos enfrentar proximamente.

 

>>> ACESSE AQUI O ÁUDIO DESTA PRIMEIRA PARTE DA ENTREVISTA

 

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